Forma de cadastrar o cliente que não tem I.E. varia conforme o estado.

Uma rejeição que incomoda aos emissores de NF-e é quando a nota se destina a um dos estados: AM, BA, CE, GO, MG, MS, MT, PE, RN, SE ou SP, o destinatário da nota não tem inscrição estadual e seu cadastro foi feito com “Tipo de contribuinte isento de inscrição estadual”.

O campo “Tipo de Contribuinte” é obrigatório na NF-e e as opções de seu preenchimento são: “Contribuinte”, “Contribuinte isento de inscrição estadual” ou “Não Contribuinte”. Conforme o raciocínio lógico os usuários aplicam “Contribuinte” para empresas com CNPJ e Inscrição Estadual, “Não Contribuinte” para pessoas físicas (CPF) e “Contribuinte isento de inscrição estadual” para empresas com CNPJ e que não tenham inscrição estadual.

Porém, conforme as normas da NF-e, os estados de AM, BA, CE, GO, MG, MS, MT, PE, RN, SE e SP não aceitam esta última opção rejeitando as NF-e quando o usuário usa o raciocínio lógico acima descrito.

Empresas usuárias do sistema Dim NF-e não sofrem mais com a rejeição de suas NF-e em situações deste tipo. O sistema agora avisa ao usuário antes do envio da NF-e à SEFAZ. O sistema não permite nem mesmo o cadastramento de um cliente se ele não estiver de acordo com a norma de seu estado.

A Redação

Seu negócio é viável? É bom que seja!

Saiu na mídia que em Santa Catarina aconteceu uma grande ação da Polícia Civil apoiada pela Polícia Federal na qual foram expedidos dezenas de mandados de busca e apreensão e mandados de prisão intitulada de Operação F7. Trata-se de uma investigação iniciada há 18 meses e que apura crime de sonegação fiscal realizado por várias empresas com o auxílio de um software. A operação que permitia a fraude era acionada no sistema através de um click na tecla F7 do computador, daí o nome da operação. Conforme as investigações os lucros obtidos pelos sonegadores era dividido com a empresa desenvolvedora do software.

Com o advento das notas fiscais eletrônicas e envio de arquivos eletrônicos ao fisco, acreditou-se que o trabalho dos fiscais estava resumido às investigações nas telas de seus computadores, e que no ponto de venda tudo seria permitido. Esta ação veio mostrar que não é bem assim.

Nós desenvolvedores e nossos parceiros contadores temos o dever de orientar nossos clientes sobre o perigo das operações paralelas. O empresariado tem que entender, antes que seja tarde, que a gestão de sua empresa é que vai definir se ela vai crescer ou sumir. Que os impostos fazem parte das dificuldades do negócio e que sonegação pode ter conseqüências trágicas. Há de entender os gestores que os negócios podem ser viáveis ou não. Viáveis serão se tiverem uma margem de contribuição que permita os pagamentos de todos os recursos necessários ao seu funcionamento e também os impostos. Se o negócio for capaz de pagar esses compromissos e ainda sobrar, ele é viável. Caso contrário, ou se melhora a gestão ou será melhor partir para outra.

A Redação

Nova norma torna obrigatório informar quantidade, unidade e valor unitário tributário na NF-e.

O sistema emissor gratuito da Receita, quando da digitação dos itens da nota fiscal, solicita a digitação da quantidade, unidade e valor unitário comercial do item, no qual são baseados todos os valores totalizados e os impostos da NF-e. E também exige que o usuário preencha a quantidade, unidade e valor unitário tributário do item.
Normalmente uma réplica dos dados comerciais. A partir de março/2017 não será mais aceita uma simples repetição destas informações. Dependendo do NCM do item a unidade tributária deverá ser uma unidade definida pelo governo. Ou seja, os usuários que não souberem qual a unidade obrigatória, não conseguirão aprovar a NF-e.
No Dim NF-e já está prevista esta exigência. Nosso sistema carregará no campo “Unidade Tributária” a unidade exigida pelo governo. Ao usuário caberá informar a quantidade e o preço tributário equivalente. Estes dados aparecerão na aba “Importação” quando o NCM assim o requerer.

A Redação.

Emissor de NF-e pago X Emissor de NF-e gratuito.

Observou-se no mercado uma grande euforia ao ser anunciado que o SEBRAE dará continuidade ao software emissor de NF-e da SEFAZ-SP.  A notícia não parece boa, a princípio, para quem fornece este tipo de sistema. Mas para saber se a continuidade é realmente interessante é necessário efetuar uma análise mais aprofundada comparando as soluções pagas com esta alternativa gratuita. Então vamos lá:

Sistema Gratuito da SEFAZ-SP
– O sistema é limitado a um único computador da empresa: Isso significa que ele não pode ser utilizado por mais de uma pessoa simultaneamente e que não pode ser acessado por outros computadores mesmo que estes estejam na mesma rede.
– Não há segurança quanto a perda dos dados. Uma pane na máquina em que está instalado o sistema ou até mesmo o furto da mesma, vai ocasionar a perda de todas as informações já registradas.
– Requer grande processo manual. O sistema é muito limitado em cálculos e em auto-preenchimento. O usuário tem grande re-trabalho na digitação de uma NF-e, o que exige muito mais tempo para a conclusão do processo.
– Não há suporte técnico. Qualquer comportamento estranho do sistema, se houver uma operação fiscal diferente das corriqueiras ou qualquer regra de validação que mudar e que provoque uma rejeição da NF-e, deixa o usuário em apuros sem ter com quem contar.
– Não há integração com outras aplicações da empresa, nem mesmo com sua contabilidade, caso seja utilizado outro sistema para sua gestão o emissor não vai trocar informações com ele.

Sistemas emissores de NF-e pagos
– Os sistemas ficam hospedados em nuvem o que significa que podem ser utilizados por várias pessoas e computadores simultaneamente  independente de onde estejam.
– Não há dados do sistema instalados na máquina do usuário. Se houver qualquer problema com o seu computador basta substituí-lo ou formatá-lo. A ao acessar o sistema tudo estará lá normalmente como antes.
– São sistemas altamente automatizados onde o objetivo é emitir o documento fiscal com o menor volume de digitação possível e no menor tempo possível. Todos os cálculos, regras de validação e mensagens são automaticamente tratados, resumidamente é um sistema inteligente.
– As empresas que fornecem soluções pagas têm  um suporte técnico altamente treinado e disponível para resolver qualquer problema de imediato.
– Os sistemas são criados com uma perfeita integração com outras soluções. Ou seja, a medida que a empresa deseje ampliar as soluções onde seja necessária a troca de informações com o faturamento (emissão de NF-e), ela poderá contar com novos módulos.
Outro fator que está cada vez mais irrelevante é o preço. A competição entre as empresas fornecedoras de software derrubou o preço dessas soluções a um nível que já não está muito longe da gratuidade. Numa faixa de R$ 60,00 a R$ 120,00 pode-se obter ótimas soluções neste  segmento.

A partir da análise sobre esses aspectos a empresa pode decidir se vale a pena contratar uma solução paga ou se prefere ficar com a gratuita.

A Redação

Dim Gestor – O sistema da Dimensão para pequenas empresas.

Já é grande o número de empresas que estão usando o sistema Dim Gestor para o controle de seus negócios. Seja para controlar pedidos de compras, vendas ou comissões, seja para controlar o estoque, faturamento, cobranças integradas com bancos ou não, contas a pagar/receber e despesas, contas bancárias ou controle de caixa, o Dim Gestor é muito prático e ao mesmo tempo completo e integrado. O que talvez as pessoas não saibam é que ele é gratuito. Isso mesmo, qualquer empresa pode se cadastrar no site da Dimensão Sistemas, fazer o download do software e usá-lo sem qualquer restrição com direito até ao suporte técnico da empresa para instalação e também para sanar qualquer dúvida.

Clientes da Dimensão Sistemas, usuários de sistemas pagos como Dim NF-e ou Dim CT-é recebem treinamento e até serviços de consultoria gratuitamente. O comprometimento com o sucesso dos clientes ao utilizarem os sistemas da Dimensão é o grande diferencial da empresa.
O Dim Gestor não é a única ferramenta que a Dimensão Sistemas fornece gratuitamente.

Para quem já utiliza os sistemas da empresa, basta baixar o Dim Gestor e marcar seu treinamento. Quem já é cadastrado na Dimensão Sistemas basta fazer o download e sair usando. Para quem não é, cadastre-se no site www.dimensaosistemas.com, faça o download e bom proveito.

A Redação

FCI – Ficha de Conteúdo de Importação.

A FCI (Ficha de Conteúdo de Importação) é um documento fiscal obrigatório para todas as indústrias que fabricam produtos destinados para fora de seus estados e que no processo de produção utilizem mais de 40% de materiais importados.
O objetivo deste documento é abrir ao fisco a composição de materiais utilizados na fabricação dos produtos de forma que este possa se certificar do volume de itens importados. O interesse do fisco nesta exigência é devido a esses produtos poderem ser comercializados com a alíquota de 4% de ICMS.
O Dim NF-e dispõe do cadastro da FCI, da geração do arquivo TXT para ser importado no validador FCI e também importa o protocolo recebido por este validador registrando o número oficial da FCI do produto.
Este procedimento deve ser repetido mensalmente nos casos de alteração na composição do produto ou quando houver.

A Redação

Manifesto do Destinatário da NF-e.

O manifesto do destinatário da NF-e, disponível no Dim NF-e, tem sido descoberto pelos usuários de nossos sistemas com um recurso de grande utilidade. Trata-se de uma forma automatizada de acessar junto à Receita as NF-e emitidas contra o CNPJ de suas empresas.

Ao serem emitidas NF-e referentes à venda, remessa para industrialização ou qualquer outra operação fiscal cuja o documento é uma NF-e modelo 55 (NF-e) em que o destinatário é a empresa usuária do sistema, está pode confirmar o documento ou negá-lo.

Caso negue, a empresa pode se defender de qualquer cobrança indevida ou de processos de fiscalização e apuração de impostos sobre esta NF-e. Caso confirme, o sistema efetua do downloaddo XML da NF-e e cria um banco de dados com as informações detalhadas do documento. Isso facilita operações de devolução desta NF-e, quando preciso, e também operações de retorno de industrialização ou consertos. Há também a opção de o usuário informar qual foi o uso que fez da NF-e e exportar esta informação à sua contabilidade.

Redação – Dimensão Sistemas.

Gravação parcial da NF-e.

Atendendo a uma antiga solicitação de nossos clientes, o Dim NF-e agora permite ao usuário gravar parcialmente a NF-e. Este recurso permite que uma nota fiscal seja guardada antes de sua total finalização, podendo ser resgatada posteriormente para sua complementação e transmissão.
No rodapé da tela de digitação da nota fiscal foi disponibilizado o botão“RASCUNHO”, sua função é salvar a NF-e no estágio que ela estiver.

,A NF-e é guardada sendo demarcada com um status do tipo “Rascunho”. Esta NF-e não ficará entre as notas fiscais salvas normalmente. Caso o usuário queira resgatar uma NF-e gravada parcialmente (aqui chamada de “Rascunho”) basta selecionar o status “Rascunho” entre as opções de pesquisa de notas. Ao clicar em “Pesquisar” ela aparecerá com um link “Continuar”, que efetua a sua disponibilização nos formulários para edição da nota.

Redação – Dimensão Sistemas.

Emitindo NF-e de retorno com os mesmos códigos de produtos da NF-e de remessa.

As obrigações fiscais exigem a cada dia que os sistemas sejam mais inteligentes. O SPED Fiscal exigiu das empresas extremo cuidado na codificação de seus materiais e produtos. A lógica do SPED é que cada empresa tenha sua própria codificação, inviabilizando que uma empresa utilize códigos de produtos de clientes ou fornecedores, já que tem de haver a garantia que o código seja único.
Agora outra realidade nos apresenta um desafio: a nova obrigação fiscal, o tal Bloco K, demanda um volume de informações tão grande que a única forma de o gerá-lo é pela integração dos sistemas sem que seja preciso a digitação de cada documento. Desta forma as empresas prestadoras de serviços de industrialização e de importação não podem mais gerar para estas empresas NF-e cuja os itens tenham um código próprio, ou seja, as NF-e geradas por estes tipos de empresa precisam retornar os materiais ou produtos com os mesmos códigos em que os receberam.

A Dimensão Sistemas teve então que encontrar uma solução para os seus clientes e assim o fez. As NF-e de retorno de industrialização, devolução de compras ou importação (pelo SISCOMEX), gerarão os XML e o DANFE com os mesmos códigos internos dos destinatários.

Redação – Dimensão Sistemas.